TEXTO: Site O Povo
Forrozando
quarta-feira, 8 de maio de 2013
Simone e Simaria lançaram o novo CD com um repertório recheado de novidades. O volume três da carreira independente da dupla conta com 21 faixas inéditas e antigos sucessos.
A grande aposta das cantoras é a canção "Eu Te Esperarei", que vem em duas faixas, uma versão em forró e outra romântica (acústica).
O novo CD de Simone e Simaria pode ser baixado gratuitamente pelo site oficial das Coleguinhas(simoneesimaria.com)
TEXTO: Site O Povo
TEXTO: Site O Povo
domingo, 17 de julho de 2011
Kaiser fest no Forró no Sitio em: 16/07/11




Fortaleza parou para ver o grande evento das férias,o KAISER FEST.Com uma enorme estrutura levou milhares de pessoas ao estacinamento do Forró no Sitio,como atrações:Exatasamba,Aviões do Forró,Pixote e Solteirões.
O começo da festa ficou por conta do grupo Pixote,depois veio com o comando de Monique Pessoa e Zé cantor,logo em seguida veio a atração principal e mais esperada da noite,o grupo Exaltasamba,e finalizando com a simpatia e talento de Solange Almeida e Xandy Avião,fazendo com que o público se despedisse da festa com gostinho de quero mais..
terça-feira, 12 de julho de 2011
Garota Safada no Lata Velha do Caldeirão

Antes de desembarcar no Recife para o show no Haras Boa Viagem sábado (9), a banda Garota Safada passou o dia na Globo em São Paulo onde gravou participação no Lata Velha, do Caldeirão do Huck.
Foi montado um palco no cenário da oficina do quadro e, enquanto os mecânicos desmontavam o carango, Wesley Safadão e banda cantavam "Eu era feio, agora eu tenho carro", um dos sucessos da banda de forró que conquistou o Brasil.
De quinta (7) até a madrugada deste domingo (10) ninguém da Garota soube o que era dormir, porque, além da ida a Globo, ainda fizeram dois shows no Ceará e Bahia.
Se faltou fôlego para o show no Recife? Foram três horas de apresentação até 4h30.
domingo, 10 de julho de 2011
A história do forró
Forró é a dança de origem nordestina praticada nas festas Juninas ( que acontecem no período 01 de junho a 06 de julho nas cidades e estados tradicionais como Capela e Aracaju no Sergipe, Campina Grande, Quixeramobim, Fortaleza, Caicó, Caruaru entre outras cidades) de , conhecida também por arrasta-pé, bate-chinela, fobó, forrobodó. No forró, vários ritmos musicais daquela região, como baião, a quadrilha, o xaxado, que tem influências holandesas e o xote, que veio de Portugal, são tocados, tradicionalmente, por trios, compostos de um sanfoneiro (tocador de acordeon—que no forró é tradicionalmente a sanfona de oito baixos), um zabumbeiro e um tocador de triângulo.
O forró possui semelhanças com o toré e o arrastar dos pés dos índios, com os ritmos binários portugueses e holandeses, porque são ritmos de origem européia a Chula, denominada pelos nordestinos de simplesmente "Forró", xote("Xotis"), o termo correto, e variedades de Polcas européias que são chamadas pelos nordestinos de arrasta-pé e ou quadrilhas. A dança do forró tem influência direta das danças de salão européias, como evidencia nossa história de colonização e invasões européias.
Conhecido e praticado em todo o Brasil, o forró é especialmente popular nas cidades brasileiras de Campina Grande, Caruaru, Gravatá, Mossoró, e Juazeiro do Norte, onde é símbolo da Festa de São João, e nas capitais Aracaju, Fortaleza, João Pessoa, Natal, Maceió, Recife, São Luís e Teresina, onde são promovidas grandes festas, Como o Forricó na cidade do Icó, Iguatú festeiro na cidade de Iguatú, a Expocrato na cidade do Crato, o Quixé-Forró Na cidade de Quixeramobim-ce, A vaquejada de Itapebuçu que é uma das maiores do Brasil, são Mega Eventos que Aglomeram milhares de pessoas para dançar o Forró.
Origem do nome
O termo "forró", segundo o folclorista potiguar Luís da Câmara Cascudo, estudioso de manifestações culturais populares, vem da palavra "forrobodó", de origem bantu (Tronco linguístico africano, que influenciou o idioma brasileiro, sendo base cultural de identidade no brasil escravista), que significa: arrasta-pé, farra, confusão, desordem.[1]
A Versão mais verossímil, apoiada pelo próprio historiador Câmara Cascudo, é a de que Forró é derivado do termo africano forrobodó e era uma festa que foi transformada em gênero musical, tal seu fascínio sobre as pessoas.
Na etimologia popular (ou pseudoetimologia) é freqüente associar a origem da palavra "forró" à expressão da língua inglesa for all (para todos). Para essa versão foi construída uma engenhosa história: no início do século XX, os engenheiros britânicos, instalados em Pernambuco para construir a ferrovia Great Western, promoviam bailes abertos ao público, ou seja for all. Assim, o termo passaria a ser pronunciado "forró" pelos nordestinos. Outra versão da mesma história substitui os ingleses pelos estadunidenses e Pernambuco por Natal do período da Segunda Guerra Mundial, quando uma base militar dos Estados Unidos foi instalada nessa cidade.
Apesar da versão bem-humorada, não há nenhuma sustentação para tal etimologia do termo, pois em 1937, cinco anos antes da instalação da referida base, a palavra "forró" já se encontrava registrada na história musical na gravação fonográfica de “Forró na roça”, canção composta por Manuel Queirós e Xerém.
No idioma húngaro, Forró significa "Quente". Não se tem variação da palavra no idioma húngaro, o termo Forró é igualmente escrito (com acento) como no português.
Antes disso, em 1912, Chiquinha Gonzaga compôs Forrobodó, que ela classificou como uma peça burlesca e que lhe valeu, algum tempo depois, em 1915, o Prêmio Mambembe, sendo Mambembe também de origem banto, significando medíocre, de má qualidade.
[editar] Histórico
Os bailes populares eram conhecidos em Pernambuco por "forrobodó" ou "forrobodança" (nomes dos quais deriva "forró") já em fins do século XIX.[2]
O forró tornou-se um fenômeno pop em princípios da década de 1950. Em 1949, Luiz Gonzaga gravou "Forró de Mané Vito", de sua autoria em parceria com Zé Dantas e em 1958, "Forró no escuro". No entanto, o forró popularizou-se em todo o Brasil com a intensa imigração dos nordestinos para outras regiões do país, especialmente, para as capitais: Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo.
Nos anos 1970, surgiram, nessas e noutras cidades brasileiras, "casas de forró". Artistas nordestinos que já faziam sucesso tornaram-se consagrados (Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Trio Nordestino, Genival Lacerda) e outros surgiram.
Depois de um período de desinteresse na década de 1980, o forró ganhou novo fôlego da década de 1990 em diante, com o surgimento e sucesso de novos trios e artistas de forró.
[editar] Gêneros musicais
O forró é dançado ao som de vários ritmos brasileiros tipicamente nordestinos, entre os quais destacam-se: o xote, o baião, o xaxado, a marcha (estilo tradicionalmente adotado em quadrilhas) e coco. Outros estilos de forró são: o forró universitário, uma revisitação do forró tradicional (conhecido como forró pé-de-serra) e o forró eletrônico ou estilizado (que, para alguns, não é considerado forró).
[editar] Artistas consagrados
Existem diversos artistas que, entre outras modalidades, também contribuíram, sejam como compositores sejam como intérpretes, com diversos gêneros do forró. Alguns dos mais destacados compositores brasileiros de músicas de forró são:
Alceu Valença
Alcymar Monteiro
Amazan
Chico Salles
Dominguinhos
Dorgival Dantas
Elba Ramalho
Flávio José
Genival Lacerda
Geraldo Azevedo
Jackson do Pandeiro
Jorge de Altinho
João do Vale
Luiz Gonzaga
Marinês
Mestre Zinho
Rita de Cássia
Sivuca
Trio Nordestino
Zé Ramalho
Estilos da dança
O forró é dançado em pares que executam diversas evoluções, diferentes para o forró nordestino e o forró universitário:
O forró nordestino é executado com mais malícia e sensualidade, o que exige maior cumplicidade entre os parceiros. Os principais passos desse estilo são a levantada de perna e a testada (as testas do par se encontram), tambem conhecido pelo termo vulgarmente chamado pela juventude praticante do forró como "Cretinagem".
O forró universitário possui mais evoluções. Os passos principais são:
Dobradiça - abertura lateral do par;
Caminhada - passo do par para a frente ou para trás;
Comemoração - passo de balançada, com a perna do cavalheiro entre a perna da dama;
Giro simples;
Giro do cavalheiro;
Oito - o cavalheiro e a dama ficam de costas e passam um pelo outro.
Modernização do Forró
A partir de meados da década de 80, com a saturação do forró tradicional (Conhecido como pé-de serra), surgiu no Céará um novo meio de fazer forró, com a introdução de instrumentos eletrônicos (tais como guitarra, bateria e baixo). Também as letras deixaram de ter como o foco a seca e sofrimento dos nordestinos, e passaram a abordar conteúdos que atraíssem os jovens. O precursor do movimento foi o ex-árbitro de futebol, produtor músical e empresário Emanuel Gurgel, responsável pelo sucesso de bandas como Mastruz com Leite, Cavalo de Pau, Alegria do Forró e Catuaba com Amendoim. O principal instrumento de divulgação do forró na década de 90, a rádio Som Zoom Sat, e a principal gravadora, a Som Zoom Estúdio também pertencem a Gurgel. Tal pioneirismo não ficou imune de críticas dos ditos tradicionalistas que o acusaram de transformar o forró num produto. Em entrevista à revista Época, declarou Gurgel: "Mudamos a filosofia do forró: Luís Gonzaga só falava de fome, seca e Nordeste independente. Agora a línguagem é romântica, enfocada no cotidiano, nas raízes nordestinas, nas belezas naturais e no Nordeste menos sofrido, mais alegre e moderno(...)".
O forró possui semelhanças com o toré e o arrastar dos pés dos índios, com os ritmos binários portugueses e holandeses, porque são ritmos de origem européia a Chula, denominada pelos nordestinos de simplesmente "Forró", xote("Xotis"), o termo correto, e variedades de Polcas européias que são chamadas pelos nordestinos de arrasta-pé e ou quadrilhas. A dança do forró tem influência direta das danças de salão européias, como evidencia nossa história de colonização e invasões européias.
Conhecido e praticado em todo o Brasil, o forró é especialmente popular nas cidades brasileiras de Campina Grande, Caruaru, Gravatá, Mossoró, e Juazeiro do Norte, onde é símbolo da Festa de São João, e nas capitais Aracaju, Fortaleza, João Pessoa, Natal, Maceió, Recife, São Luís e Teresina, onde são promovidas grandes festas, Como o Forricó na cidade do Icó, Iguatú festeiro na cidade de Iguatú, a Expocrato na cidade do Crato, o Quixé-Forró Na cidade de Quixeramobim-ce, A vaquejada de Itapebuçu que é uma das maiores do Brasil, são Mega Eventos que Aglomeram milhares de pessoas para dançar o Forró.
Origem do nome
O termo "forró", segundo o folclorista potiguar Luís da Câmara Cascudo, estudioso de manifestações culturais populares, vem da palavra "forrobodó", de origem bantu (Tronco linguístico africano, que influenciou o idioma brasileiro, sendo base cultural de identidade no brasil escravista), que significa: arrasta-pé, farra, confusão, desordem.[1]
A Versão mais verossímil, apoiada pelo próprio historiador Câmara Cascudo, é a de que Forró é derivado do termo africano forrobodó e era uma festa que foi transformada em gênero musical, tal seu fascínio sobre as pessoas.
Na etimologia popular (ou pseudoetimologia) é freqüente associar a origem da palavra "forró" à expressão da língua inglesa for all (para todos). Para essa versão foi construída uma engenhosa história: no início do século XX, os engenheiros britânicos, instalados em Pernambuco para construir a ferrovia Great Western, promoviam bailes abertos ao público, ou seja for all. Assim, o termo passaria a ser pronunciado "forró" pelos nordestinos. Outra versão da mesma história substitui os ingleses pelos estadunidenses e Pernambuco por Natal do período da Segunda Guerra Mundial, quando uma base militar dos Estados Unidos foi instalada nessa cidade.
Apesar da versão bem-humorada, não há nenhuma sustentação para tal etimologia do termo, pois em 1937, cinco anos antes da instalação da referida base, a palavra "forró" já se encontrava registrada na história musical na gravação fonográfica de “Forró na roça”, canção composta por Manuel Queirós e Xerém.
No idioma húngaro, Forró significa "Quente". Não se tem variação da palavra no idioma húngaro, o termo Forró é igualmente escrito (com acento) como no português.
Antes disso, em 1912, Chiquinha Gonzaga compôs Forrobodó, que ela classificou como uma peça burlesca e que lhe valeu, algum tempo depois, em 1915, o Prêmio Mambembe, sendo Mambembe também de origem banto, significando medíocre, de má qualidade.
[editar] Histórico
Os bailes populares eram conhecidos em Pernambuco por "forrobodó" ou "forrobodança" (nomes dos quais deriva "forró") já em fins do século XIX.[2]
O forró tornou-se um fenômeno pop em princípios da década de 1950. Em 1949, Luiz Gonzaga gravou "Forró de Mané Vito", de sua autoria em parceria com Zé Dantas e em 1958, "Forró no escuro". No entanto, o forró popularizou-se em todo o Brasil com a intensa imigração dos nordestinos para outras regiões do país, especialmente, para as capitais: Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo.
Nos anos 1970, surgiram, nessas e noutras cidades brasileiras, "casas de forró". Artistas nordestinos que já faziam sucesso tornaram-se consagrados (Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Trio Nordestino, Genival Lacerda) e outros surgiram.
Depois de um período de desinteresse na década de 1980, o forró ganhou novo fôlego da década de 1990 em diante, com o surgimento e sucesso de novos trios e artistas de forró.
[editar] Gêneros musicais
O forró é dançado ao som de vários ritmos brasileiros tipicamente nordestinos, entre os quais destacam-se: o xote, o baião, o xaxado, a marcha (estilo tradicionalmente adotado em quadrilhas) e coco. Outros estilos de forró são: o forró universitário, uma revisitação do forró tradicional (conhecido como forró pé-de-serra) e o forró eletrônico ou estilizado (que, para alguns, não é considerado forró).
[editar] Artistas consagrados
Existem diversos artistas que, entre outras modalidades, também contribuíram, sejam como compositores sejam como intérpretes, com diversos gêneros do forró. Alguns dos mais destacados compositores brasileiros de músicas de forró são:
Alceu Valença
Alcymar Monteiro
Amazan
Chico Salles
Dominguinhos
Dorgival Dantas
Elba Ramalho
Flávio José
Genival Lacerda
Geraldo Azevedo
Jackson do Pandeiro
Jorge de Altinho
João do Vale
Luiz Gonzaga
Marinês
Mestre Zinho
Rita de Cássia
Sivuca
Trio Nordestino
Zé Ramalho
Estilos da dança
O forró é dançado em pares que executam diversas evoluções, diferentes para o forró nordestino e o forró universitário:
O forró nordestino é executado com mais malícia e sensualidade, o que exige maior cumplicidade entre os parceiros. Os principais passos desse estilo são a levantada de perna e a testada (as testas do par se encontram), tambem conhecido pelo termo vulgarmente chamado pela juventude praticante do forró como "Cretinagem".
O forró universitário possui mais evoluções. Os passos principais são:
Dobradiça - abertura lateral do par;
Caminhada - passo do par para a frente ou para trás;
Comemoração - passo de balançada, com a perna do cavalheiro entre a perna da dama;
Giro simples;
Giro do cavalheiro;
Oito - o cavalheiro e a dama ficam de costas e passam um pelo outro.
Modernização do Forró
A partir de meados da década de 80, com a saturação do forró tradicional (Conhecido como pé-de serra), surgiu no Céará um novo meio de fazer forró, com a introdução de instrumentos eletrônicos (tais como guitarra, bateria e baixo). Também as letras deixaram de ter como o foco a seca e sofrimento dos nordestinos, e passaram a abordar conteúdos que atraíssem os jovens. O precursor do movimento foi o ex-árbitro de futebol, produtor músical e empresário Emanuel Gurgel, responsável pelo sucesso de bandas como Mastruz com Leite, Cavalo de Pau, Alegria do Forró e Catuaba com Amendoim. O principal instrumento de divulgação do forró na década de 90, a rádio Som Zoom Sat, e a principal gravadora, a Som Zoom Estúdio também pertencem a Gurgel. Tal pioneirismo não ficou imune de críticas dos ditos tradicionalistas que o acusaram de transformar o forró num produto. Em entrevista à revista Época, declarou Gurgel: "Mudamos a filosofia do forró: Luís Gonzaga só falava de fome, seca e Nordeste independente. Agora a línguagem é romântica, enfocada no cotidiano, nas raízes nordestinas, nas belezas naturais e no Nordeste menos sofrido, mais alegre e moderno(...)".
França agora é Caviar
Dia 30/06, o grande forrozeiro França completou mais um ano de vida e o seu presente não poderia ser melhor, o talentoso cantor e compositor que marcou uma geração forrozeira através do Forró Mastruz com Leite, agora faz parte do Forró Caviar com Rapadura, o músico é a mais nova aquisição da A3 Entretenimento, que decidiu apostar no talento e na experiência do artista para retomar o sucesso da sua mais antiga banda.
O pontapé inicial já foi dado, a canção "Pararapatiparea" gravada por França através da sua banda, Forró da Pisada, foi relançada já pela Caviar com novos arranjos e interpretação do conceituado músico.
As novidades não param por aí, a A3 Entretenimento em seu projeto de reestruturar a Caviar com Rapadura, planeja trazer mais um nome de peso, uma voz feminina para dividir com França o palco; a mais cotada é nada mais, nada menos, que a respeitável cantora Bete Nascimento, que recentemente se desligou do Mastruz com Leite. As negociações estão bastante avançadas neste sentido, porém a cantora ainda não acertou em definitivo com a famosa empresa.
Se tal feito se concretizar a A3 Entretenimento dará um "golpe de mestre" no mercado forrozeiro, a empresa terá em seu cast duas bandas compostas por cantores que marcaram época através da "mãe de todas as bandas de forró", o Mastruz com Leite, a pioneira deste seguimento musical.
Se o ousado projeto for consolidado a A3 terá a Caviar com Rapadura, composta por França e Bete Nascimento e o Forró do Bom, composta Kátia Cilene e Aduílio Mendes, sem dúvida um excelente ganho para a massa forrozeira, que terá a oportunidade de conferir a experiência e o indiscutível talento deste renomado quarteto, quando tais bandas se cruzarem pelos "palcos da vida".
O pontapé inicial já foi dado, a canção "Pararapatiparea" gravada por França através da sua banda, Forró da Pisada, foi relançada já pela Caviar com novos arranjos e interpretação do conceituado músico.
As novidades não param por aí, a A3 Entretenimento em seu projeto de reestruturar a Caviar com Rapadura, planeja trazer mais um nome de peso, uma voz feminina para dividir com França o palco; a mais cotada é nada mais, nada menos, que a respeitável cantora Bete Nascimento, que recentemente se desligou do Mastruz com Leite. As negociações estão bastante avançadas neste sentido, porém a cantora ainda não acertou em definitivo com a famosa empresa.
Se tal feito se concretizar a A3 Entretenimento dará um "golpe de mestre" no mercado forrozeiro, a empresa terá em seu cast duas bandas compostas por cantores que marcaram época através da "mãe de todas as bandas de forró", o Mastruz com Leite, a pioneira deste seguimento musical.
Se o ousado projeto for consolidado a A3 terá a Caviar com Rapadura, composta por França e Bete Nascimento e o Forró do Bom, composta Kátia Cilene e Aduílio Mendes, sem dúvida um excelente ganho para a massa forrozeira, que terá a oportunidade de conferir a experiência e o indiscutível talento deste renomado quarteto, quando tais bandas se cruzarem pelos "palcos da vida".
sábado, 9 de julho de 2011
O destaque da semana...BANDA CALCINHA PRETA
Indiscutivelmente,
a Maior e Melhor Banda de Forró do Mundo
A única banda de forró a integrar a trilha sonora de uma novela da TV Globo no horário nobre. A música Você não vale nada, mas eu gosto de você, tema da personagem Norminha (Dirá Paes) interpretado pela Banda Calcinha Preta foi um dos maiores sucessos da novela. Em pesquisa recente a música foi umas das mais tocadas no ano de 2009. Confirmando todo esse sucesso a Banda acaba de ganhar como a música do ano em premiação no programa do Faustão exibido aos domingos na TV Globo e o Troféu Imprensa no SBT. O Show impressiona o público em todo o Brasil, com seu espetáculo de som, luzes e efeitos especiais de última geração. Suas canções, figurinos e coreografias produzem no público sensações jamais proporcionadas por nenhuma outra banda de forró.
Em meados da década de 90, o forró ganhou uma nova roupagem. O ritmo tornou-se mais acelerado, arranjos ganharam mais instrumentação, temas modernos inspiraram novos estilos de canções, e o palco passou a ser cenário de grandes espetáculos de decorações inovadoras, coreografias de dançarinos e efeitos especiais em luzes e sons. Surge então a era da revolução da música nordestina, e no contexto, Calcinha Preta surge com seu primeiro CD “A Banda de Forró Mais Gostosa do Brasil”, vendendo de imediato mais de 100 mil cópias, e atraindo milhares de fãs em todo o Brasil.
São mais de 200 mil cópias vendidas no primeiro DVD, 200 mil no segundo DVD,250 mil no terceiro DVD e mais de 4,5milhões de CD's vendidos ao longo dos 13 anos de carreira.A Banda acabou de lançar seu 22º Cd.
Para incrementar tal sucesso e ampliar os horizontes, firmou-se em 2005 uma parceria com a empresa MC3, que faz um trabalho de marketing, divulgação e venda de shows nas regiões sudeste, sul e centro-oeste do país. Tal parceria tem consolidado ainda mais o trabalho iniciado no menor estado brasileiro, e que tomou conta dos quatro cantos do país.
Atualmente, a Calcinha Preta participa das maiores feiras agropecuárias do Brasil, disseminando o ritmo (que até então era limitado ao Nordeste e somente à cidade de São Paulo) por todo o sudeste, reunindo verdadeiras multidões, que aplaudem e cantam suas canções nos shows pelo interior de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.
O espetáculo da banda leva ao palco nove músicos, cinco vocalistas e três casais de dançarinos, que emocionam o público com seus ritmos, melodias, figurinos, coreografias e cenários, capazes de impressionar inclusive a crítica especializada, lotando casas de shows e praças. Desde a sua criação em 1995, a Calcinha Preta possui uma discografia de enorme sucesso, numa carreira sempre em ascendência.
Vocalistas
Silvânia Aquino, Bell Oliver, Anajara Gouveia e Ramon Costa.
Dançarinos
Dennis, Amanda, Júnior, Maristela, Alex, Meire, Rawashy, Nina, Daiana e Kley.
Músicos
Alexandre (guitarra), Batatinha (contra-baixo), Bruno (bateria), Missinho (acordeon), Alex Marques (teclados), Marquinhos (percussão), Wendel (trompete), Cássio (sax) e Silvio (trombone).
Assinar:
Postagens (Atom)
